EMBRAPA ALGUMAS IDÉIAS PARA O ESTABELECIMENTO DE DIRETRIZES GERAIS PARA UMA SISTEMÁTICA DE PLANEJAMENTO DA PESQUISA AGROPECUÁRIA

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1 ALGUMAS IDÉIAS PARA O ESTABELECIMENTO DE DIRETRIZES GERAIS PARA UMA SISTEMÁTICA DE PLANEJAMENTO DA PESQUISA AGROPECUÁRIA VINCULADA AO MINIST~RIO DA AGRICULTURA

2 = 'í N D I C E = pago I - PROPÓSITO DO TRABALHO 11 - ANTECEDENTES A FILOSOFIA DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO 1. Introdução (Bases para o Sistema) 2. O Sistema de Planejamento 2.1 A Estrutura do Sistema 2.2 Algumas definições Operativas IV - O SUBSISTEMA DE PROGRAMAÇÃO 1. A Estrutura do Subsistema de Programação 2. Fluxos de Operação (Gráficos) - Fluxos Globais (1 e 2) - Uma simulação para estudo de fluxo 3. Operação e Administração do Subsistema de Programação 3.1 Plano Indicativo, Nacional 3.2 Plano Indicativo, Regional 3.3 Plano Indicativo, Estadual 3.4 Projeto 3.5 Programas 4. Alguns aspectos relevantes para a implantação do Subsistema de Programação 4.1 Estrutura Institucional e Integração ao Sistema Nacional de Planificação 4.2 Incorporação do enfoque de Pesquisa de "Sistemas Integrais de Produção " 4.3 Prioridades para a Pesquisa 4.4 Tempo de implantação - Etapas 4.5 Estrutura de Projetos (roteiros) 4. 6 Programação Orçamentária 4.7 Doutrina da Programação 4.8 Liderança na Programação 4.9 Capaci"tação em Programação 4.10 Programas de médio e longo.prazo V - O SUBSISTEMA DE AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO (CONTROLE) VINCUL ADA AO MINI$ TERIO DA AGRICULTURA

3 I - P R O PÓS I T O D O T R A B A L H O VINCULADA AO M!NIST~RIO DA AGRICULTURA

4 L I - PROPÓSITO DO TRABALHO O presente trabalho trata de apresentar alguns elementos g~ rais de diretrizes para uma sistemática de planejamento a ser adotada por EMBRAPA. Entendido o planejamento da pesquisa como um processo e trumento que envolve e ex1ge a parti cipação da totalidade dos tecnicos ins pesqui sadores, as diretrizes ou sugestões contidas neste trabalho deverão ser objeto de um tratamento de consolidação e aprofundamento posterior onde participem es tes técnicos. Esta consolidação e aprofundamento deverá guardar as soes dos requisitos para uma ação de pesquisa eficiente e coerente com as dimen es pectativas do desenvolvimento nacional e ao mesmo tempo guardar as dimensões - das possibilidades dadas pela experiência e expectativa dos tecnicos pesqui&~ dores bem como do estágio de organização da EMBRAPA. Como resalva se deixa constância de que o presente documento, devido a razoes diversas, alcançou apenas ser uma reunião de idéias gerais p~ ra um futuro estabelecimento de diretrizes sobre planejamento. Tambem pelasmesmas razoes não alcançou precisar ide ias mais acabadas para as,diretrizes s~ bre o sistema (subsistema) de avaliação e acompanhamento da execução da Pesqui sa. VJNC UL.AOA AO M INI S TÉRIO DA. AGRICULTURA

5 11 ~ A N T E C E D E N T E S VINCULAOA, AO MINLST~R 10 DA AGRICULTURA

6 Bl/lBRAPA ANTECEDENTES As possibilidades de um setor agricola poder contribuir deci sivamente a um processo de desenvolvimento dependem, entre vários fatores, do estágio de avanço da pesquisa agropecuária enquanto fornecedora de uma logia realmente apta aos requerimentos e contingências daquele setor em tecno seus diferentes niveis de produtores e suas diferentes situações geo-agrícolas. No Brasil, este avanço vem se dando, porem, com alguns obstá culos que nao o possibilitam de maneira mais ágil e eficiente e assim mais efi caz no tempo que seria requerido. Esta eficiência e eficacia pode ser limitada, entre outros fa tores, pela falta ou pouca elaboração de sistemas de planejamento ou de progr~ maçao, avaliação e acompanhamento das atividades da pesquisa. Isto, em termos da pesquisa agropecuaria no Brasil, esta Dear ren d o e po d e ser 1 'd entl 'f' lca d o atraves - d as seguintes ' a f' lrmaçoes - (1) : a. Inexistência de um plano integrado de pesquisa agropecu~ ria com os fatores mais importantes que permitam mobilizar, em forma e de acordo com suas necessidades, os recursos humanos e financeiros sáveis as atividades de pesquisa. A ausência deste instrumento de adequada indispe~ planejame~ to, por outro lado, dificulta a indicação clara aos executores de pesquisa,das altas prioridades relacionadas com regiões ou produtos de interesse -, econoid1co e social, diretamente vinculados as políticas de desenvolvimento do Governo. b. O problema de planejamento de pesquisa torna-se mais acen tuado na medida em que, no atual sistema institucional, nao existe um mecanis mo apropriado (equipe especializada) e uma metodologia que permita maior efi ciência dos trabalhos, em diferentes niveis. (1) EMBRAPA; Sugestões para a formulação de um Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária. Junho de p.8- VINCULADA AO MINISTeRIO DA AGRICULTURA

7 3. c. Debilidade do sistema de controle e de avaliação capaz de medir resultados, aferir custos e proceder a reajustes periódicos no processode programação. d. Ausência, em forma ampla e sistemática, de um enfoque eco nômico e social para os projetos ou atividades de pesquisa. e. A adoção limitada dos conceitos de açao interdisciplin~ ria, tanto nas etapas de planejamento como de execução da pesquisa. VINCULADA AO MINISTtR IO DA AGRICULTURA

8 A FILOSOFIA DA SISTEMÁTICA DE PLANEJAMENTO 1. Introdução (Bases para o Sistema) O desenho de uma sistemática de planejamento se faz necessa rio com vistas a abreviar um dos obstáculos, já referido, para um avanço mais eficiente e eficaz da pesquisa agropecuária. Além disto e para isto será neces sário uma sistemática que se assente em uma filosofia de processo participado. Poucas são as experiências nacionais e mesmo estrangeiras, re lacionadas com o planejamento da pesquisa enquanto estabelecimento preciso de diretrizes e elaboração de programas de acordo a uma visão integrada e inte gral da economia e do processo de produção agropecuária. Obviamente que não será a simples adoção de uma certa sistemá tica de planejamento que irá possibilitar esta visao. É necessário, entre tras coisas, uma certa compreensao previa desta' visão de integridade para tão ingressar.-se num processo evolutivo resguardad.ó::por uma sistemática planejamento que irá evoluindo, também, com a própria concepçao de sistema ou en de in tegral e integrado de produção e assim da pesquisa. Com vistas a superar esta situação, a pesquisa, como um instrumentos de progresso, requerirá de uma estrutura programática ágil e dos fle xlvel de maneira a permitir a capitalização das poucas experiências de maçao existentes, permitir a capacitação do pessoal técnico evoluindo na progr~ pe~ quisa, e permitir o aperfeiçoamento permanente da própria estrutura ou sistema tica de planejamento de acordo com as modalidades de estrutura tecnico adminis trativa da pesquisa que se encontre por bem implantar. Neste sentido a estru tura programática ou o Sistema de planejamento deverá admitir ajustes evoluti vos e alternativos. Do exposto se deduz a necessidade de elaboração de uma mática de planejamento possível de ser consolidada progressivamente no siste tempo VINCULAOA AO MINIST~RIO OA AGRICULTURA

9 ~ e no espaço sem, no entanto, perder uma certa log1st1ca bas1ca que sustenta 5. ria aquela sistematica. Esta logística, que em princípio não seria mais uma certa composiçao ou org anização modular dos elementos programáticos que dara ao Sistema de planejamento a característica de Sistema Modular de Programação ou Planejamento. Isto quer dizer que será um Sistema tal que mesmo.sem um ou outro de alguns de seus modulos continuará funcionando e cumprindo com seus ob jetivos. 2. O Sistema de Planejamento Por Sistema de Planejam~nto se entende aquele conjunto de ati vidades interrelacionadas que têm por objeto racionalizar decisões e sua.ex~ cuçao. Para efeito do presente trabalho e inclusive como criterio p~ ra divisão dos trabalhos e responsabilidades de planejamento, este Sistema e dividido em dois subsistemas: - Subsistema de programaçao e - Subsistema de avaliação que envolve o acompanhamento. Esta divisão ê mais bem.de carater analítiço e operativo; na realidade os dois subsistemas estarão altamente interrelacionados e interde pendentes si se quizer alcançar uma eficiência e efetividade de decisões e suas respectivas execuções. VINCULAOA AO MIN1STERIO DA AGRrCUL TURA

10 BlllBRAPA A Estrutura do Sistema de Planejamento o Sistema de Planejamento que se sugere como base de trabalho e elaboração preliminar para EMBRAPA esta enmarcado no que se chama estrutura de sistema ou, mais bem, infraestrutura. Esta, a organízaçao estruturada dos diferentes componentes do Sistema de Planejamento de acordo a quatro grandes categorias e que dão a característica modular a este Sistema. As quatro categorias com seus respectivos componentes S20 as seguintes: A. NIVEIS DE PLANEJAMENTO A. 1 Nacional A.2 Regional A.3 Estadual A.4 Local (Estação, Centro, Instituto ou Unidade Basica de Pesquisa)(l) B. FIGURAS PROGRAMÁTICAS B.I Plano B.2 Projeto B.3 Programa B.4 de Avaliação (e acompanhamento) C. LINHAS PROGRAMÁTICAS C.l Indicativa: Planos Diretores C.2 Operativa: Projetos (1) No presente documento não são discutidas as possíveis denominações para as Unidades de Pesquisa bem como suas características. Para este fim se sug~ re a leitura do Documento "Diretrizes Gerais para Estruturação Regional da EMBRAPA". VINCUL. A D A AO MINtSTE::RIO DA AGRICULTURA

11 7. C.3 Operativa Integrada: Programas C.4 Controle: Avaliação e acompanhamento D. ETAPAS PROGRAMÃTICAS(l) D.l Diagnõ.9.. tico D.2 Programação D.3 Acompanhamento D.4 Avaliação propriamente dita. Grãficamente, em uma sintese, os diversos componentes da es trutura de programação se apresentam da seguinte maneira: ~inha 1-'- <: (]) FIG. C.l C.2 C.3 C.4 A.l _ " A.2 A.3, li ~.. I I A.4.-Í i,.0- _ 01 J I,. ' ~,.- --t i ~ \ ~ ~ ETAPAS ETAPAS "' L.. ~t...:jt -...t D D.4 (1) Apesar de que Execução pode ser considerada tambem como uma etapa program~ tica para efeitos desta sistemática não se considera de tal forma. Apenas são consideradas aquelas etapas de responsabilidade direta dos Departamentos ou Divisões de Planejamento. VINCULAOA AO MIN1S T~R IO DA AGRICVL. TURA

12 8. No Grafico anterior os dois subsistemas mencionados no inicio do item 2 se identificam em: C.l, C.2 e C.3 o Subsistema de Programação C.4 o Subsistema - avaliação e acompanhamento. Em forma mais detalhe se descrevem a continuação as cinco ca tegorias. A. NIVEIS DE PLANEJAMENTO A elaboração de Planos Diretores ou Planos Indicativos, Proj~ tos e Programas Operativos podem realizar-se, em um ou outro caso, nos ~. tes nlvels: segu~ A.l Nacional A.2 Regional A.3 Estadual e A.4 Local: Unidades Básicas de Investigação Destes quatros niveis, o Nacional (A.l) e o Local (A.4), formam a estrutura mínima neces"sãria para elaborar e executar o Programa con de Investigação Agropecuária e corno tal são indispensáveis bajo qualquer circuns tancia. A sua vez os niveis intermediários, Regional (A.2) e Estadual (A.3) veem a conformar os níveis importantes do sistema de planificação, pera pueden no ser indispensáveis quando existan razones especiales para ello. Por pio, puede ser que en un Estado no existan las condiciones para implantar eje~ una estrutura tecnico administrativa que justifique un nivel especial de planific~ ción. Baja estas circunstancias, e1 nível Regional de planificaciõn, 81 exis te, sera responsable de la planificacion de aquel Estado, corno un componente de la Region. De la rnisma manera, si no se contara con una estructura técnico ad ministrativa en una Reglôn, el nivel Nacional asumiria la responsabilidad de la planificaciôn en aquella Regiôn. Este ultimo caso deberá ser siempre y obli VINCULADA AO MINISTI!RIO DA AGRrCUL TURA

13 9. gatoríamente una situacion transitória. Apesar de estas alternativas, es necesario que EMBRAPA, mas pronto posible, establezca en las cinco Regiones geo-económicas del la infraestructura técnica y administrativa capaz de cumplir, entre etras lo Pais, co sas, con la planificación de la Empresa a-estos niveles. Ya se menciono la importancia de 10 nivele extremos, el Nacio nal y el de las Unidades Básicas. El nivel Regional que solo por condicione muy especiales pu~ de ser dispensable, es un nivel de Programación de mucha importancia por los siguientes razones: a. Administrativamente, la descentralización del proceso de planificacion, en cuanto ai control de normas de programacion y a la consolida ción de proyectos en programas, es fundamental para garantizar la fluidez y agilidad del proceso técnico administrativo de planificación. b. Tecnicamente la descentralización se justifica porque ase gura la mayor coherencia de los planes y programas con la realidad Regional,di fícilmertte apreciada a nível nacional. c. En razon del enfoque integral de la investigación, también es esencial la descentralización de la planifica_ción para 'el nivel regional porque permite su operación en un ambito que hace posible abordar la problem~ tica de la tecnologia, en forma nacional, integral y total. El nivel Estadual que también podria no ser necesario, importancia y deberia ser una meta de la estructuración programática tiene de EMBRAPA por ser el Estado una concentración básica de servicios de un pais fe derativo como el Brasil. En la mayoria de los casos, las instituciones y org~ nizaciones de serv1c10 estan descéntralizados a nivel de los Estados,ademas de los proprios organismos estaduales. Por lo tanto los objetivos de EMBRAPA, de integraciõn y coordinaciõn de los servicios de Investigaciõn se lograrãn medi VINCULADA AO MINISTtRIO DA AGRICULTURA

14 ante una sistemática de planificaciôn conjunta, la cual debe buscarse a 10. nivel de Estados. Consecuentemente, la estructuraciôn de EMBRAPA a nivel de los Esta dos, no obedecera tanto a razones de consistencia tecnico-internas de la nificaciôn, sino a la necesidad de integraciôn de los multiplos esfuerzos actualmente estan dispersos o repetidos por diferentes organizaciones con pl~ que el consecuente gasto innecesario de los fondos de! pais. GRÁFICO 1 Representaciôn grâfica de las alternativas de funcionamiento de los niveles de programaciôn A.l I 17 A.2 II ~l A.3 \ I A.4 \, -~ j A.l A A.4 \._~ A.4 I I t I I I j Estructura Estructura sin e1 Estructura S1n e1 nivel Completa nivel estadual regional y estadual A.l 1 A.3 t f I Estructura sin el nível, I regional pero con el nivel I estadual (una composicion Ir I,~ A.4 \,-~- menos probable) VINCULADA AO MINISTE::RIO DA AGRICULTURA

15 B. FIGURAS PROGRAMÁTICAS 11. Para efectos de operación dei sistema de planificación se su giere la utilizaciõn de cuatro figuras programáticas básicas: B.l Plan B.2 Proyecto B.3 Programa B.4 Evaluacion (e acompanhamento) Estas figuras a su vez podrian contener atras como subproye~ tos, actividades, experimentos etc, las cuales hacen parte de los proyectos. C. LINEA PROGRAMATICAS Las lineas programaticas que a su vez coinciden con las fig~ ras programáticas son las seguientes: C.l Indicativa C.2 Operativa C.3 Operativa Integrada C.4 Control: evaluación y acompanhamento La superacion de Figuras eon Lineas dará la primera aproxim~ ción a la definición y rol de las figuras programaticas. Eu este arden de ideas, los Planes seran Indicativos, los Pr~ yectos, las unidades programaticas operativas básicas y los Programas la inte gración y consolidación de los diferentes Proyectos. La linea de Control sera conformada por las actividades de evaluación y acompanhamento de la program~ ción y de la ejecución. D. ETAPAS PROGRAMATICAS Las etapas Programaticas consideradas, sou aquel1as que cans tituyen el objeto mismo de un Departamento, División o Grupo de Planificación. La ejecución que generalmente se considera una etapa de la planificaciõn, no 10 VINCULADA AO MINISTÊRIO OA AGRICULTURA

16 12. es asi en el contexto de este documento. Las etapas consideradas son las seguientes: D.l Diagnõstico D.2 Programaciõn D.3 Acompanhamento de las acciones D.4 Evaluaciõn En la primera etapa, diagnõstico (D.l) se considera la con sulta de los documentos, instituciones organismos y personas que de alguna ma nera tienen que ver con los objetivos de EMBRAPA: El Diagnõstico se irá precisando, cada vez mas, a medida avance el proceso de planificaciõn en el espacio y el tiempo. Es decir, en que la medida que se pasa dei nivel Nacional a las Unidades Básicas de Investigacionavance espacial, y con la repeticiõn, basicamente anual de los ciclos de pl~ nificacion, avance eu el tiempo. La programaciõn propiamente dicha es el proceso mismo de la elaboraciõn y organizaciôn de las directrices, normas, políticas, prioridades, objetivos, metas, actividades, tiempo y recursos para la acciõn de la Empresa. En la programaciõn se estaría disenando la ejecuciõn y tam bien la propria evaluaciõn y seguimiento (acompanhamento). El Seguimiento de las acciones viene a ser la "actividad o etapa" que tiene la responsabilidad dei control de la marcha de las distintas acciones de la Empresa. Es una etapa programada, que se cumple en el trascurso de todo el ano, de acuerdo a normas o patrones de informaciõn interna de la or gan1zación. Es una etapa que se justifica como elemento tambien de evaluacion. La Evaluaciõn será una etapa mas especializada dei seguimie~ to de las acciones y sus alcances. Por esta razon ocupa una posiciôn especial en las etapas de planificaciõn. La Evaluaciõn, en cierta medida y como divisiõn dei trabajo de VINCUL.,A.OA AO MINIST~RIO OA AGRICUL TURA

17 Ell/lBRAPA 13. programaciõn tendrã la responsabilidad dei anãlisis y la evaluaciõn de los di senos de proyectos que conformarãn los Programas de investigaciõn, asi como de la ejecuciõn de los mismos en cuanto a su principales alcances. eon e1 tiempoesta etapa, como unidad de trabajo, operaria antes de la implantaciõn de los proyectos y en otras oportunidades preestablecidas durante ai final de la ej~ cucion de las actividades proprias destos proyectos. 2.2 Algunas Definiciones Operativas Diagnõs tico Por diagnõstico se entiende el proceso de recopilaciõn e in terpretaciõn de todos los datos necesarios para elaboracion de Planes, Proye~ tos y Programas de Investigaciõn. Debe ser una recopilacion e interpretaciõnpuesta en una forma suficientemente objetiva y operativa de manera que sirvain tegralmente ai diseno de todos los niveles de Planificaciõn, desde los Planes hasta los Programas de Investigaciõn, pasando por los Proyectos. El Diagnõstico, en las prirneras fases de implantacion de la planificacion es una etapa fundamental corno base de este proceso y conforrnaci on de un cuadro de indicadores de referencia para los trabajos de evaluaciõn. Planes Indicativos o Directores son las unidades (figuras)pr~ gramaticas que interpretando e1 Diagnóstico 10 ponen en terminos de políticas, Directrices, Prioridades y Objetivos generales de la Investigacion. Es un do cumento, basicamente, de contenido normativo. Deberã elaborarse en el nivel Nacional y revisado y adecuado en los Niveles Regionales. Tarnbiên podra elaborarse a nivel Estadual. Apesar dei caracter normativo de estos planes presentarãn ciee. tos detalles ya mas de operaciõn corno son las disponibilidades de recursos (i~ dicativamente) para la investigacion de cada producto y disciplina en las di ferentes regiones dei pais y las bases para la coordinacion entre los diferen tes servicios o entidades que realizan investigacíon o que esten involucradas VINCULADA AO MINtSrl!Rlo DA AGRICULTURA

18 14. en la problemática de la tecnologia agropecuária. En algunos casos estos Planes podrán definir y describir ai gunas Actividades o Proyectos especiales que deban conducirse por la Empresa, directa o indirectamente. Proyectos son las unidades (figuras) de planificacion agruparan las actividades de pesquisa relativas a un Producto, Asunto o que Disci plina. (1) Es un elemento de programacion esencialmente operativo y se elabora principalmente a partir de las Unidades Básicas de Pesquisa que que di rigen y coordinan el Proyecto para un afea determinada, dentro de un Estado y o Regiõn. En principio todo producto seria objeto de un Proyecto, embargo y en funcion de ciertas caracteristicas e importancia de algunos sin pr~ ductos estos podrian en conjunto conformar um Proyecto. Tambien será asi para asuntos o disciplinas que merezcan un tratamiento especial y desvinculado de algun producto especial. Para efecto de racionalizacion y unidad de criterios para el~ boracion de programas de pesquisa deberá salir en el Plan Indicativo cuales Productos, Asuntos e Disciplinas que conformarián Proyectos. Esto se hace necesario para efectos de agregacion de Proyecto y mutuo entendimento entre niveles, organos y técnicos atraves de un lenguage comun y nacional de Programaciôn. (1) En el texto de los proyectos adernás de sus aspectos mas tecnicos deberán ser consideradas las necesidades de capacitacion de los técnicos crados en su ejecucion. A este nivel deberia iniciar la integracion involu entre planificacion y capacitacion. VINCULAO A AO MINI$TERIO DA AGRICULTURA

19 15. Para alcanzar esta racionalizacion se sugiere que ademãs estabelecerse un orden secuencial de desdoblamiento dei contenido de los de Pro yectos, comun y única para todos se establezca tambien los nambres próprios técnico cientificos de pesquisa para los niveles deste desdoblamiento que sean uníversales para diferentes productos o grupo de productos. Esto es bien fac tible para Proyecto - Productos; en el caso de Asuntos o Disciplinas se deberã buscar algo similar ai nivel de sus especificidades. De acuerdo a lo expuesto se trabajaria con todo un sistema de programacion y lenguage, patronizada. Asi para todos los Proyectos, Productos vegetales o para grupos de Proyectos comunes los subproyectos tendrian sus no~ bres pre determinados bien como, preferentemente, las proprias actividades. Esto deberã realizarse tambien para los Proyectos Productos animales. Tal sistematizacion de tipo modular que es fundamental paraun processamiento mecanico de la planificacion debe ser estudiado y bien elabora do conjuntamente con los responsables por e1 área de la computacion y dos por los técnicos en pesquisa. Lo importante es implantar un sistema auxilia sim pies pero con capacidade prevista de expansion. En terminos resumidos para dejar una idea grafica de lo se esta sugeriendo se presenta a seguir una estructura para Proyectos com que pr~ ductos vegetales y que basicamente se desdobla en Proyecto Subproyecto Actividad (Sub actividad) Experimiento El Proyecto especifica el Producto los Sub-proyectos especifi carian las areas tipicas de pesquisa y que podrian coincidir con las diversas secciones basicas en que se desdobla un Departamento de Produccion Vegetal (en VINCULADA AO MjNISTERIO OA AGRICUt. TURA

20 16. este caso ejemplo y Produccion Animal en los proyectos para productos animale~ en una U n~ 'd a d B aslca. d e P esqulsa.. (1) E sto a d emas - d e f acll1tar.. 1 a s lstematlca. -. de programaciôn se ajustaria plenamente a la organizacion administr ativa de la Empresa a nive1 de Unidades Basicas. En esta forma cada subproyecto conforma ria uma ãrea programãtica de responsabi1idad de una correspondiente area tec nico-administrativa. Las actividades serian un desdob1amiento de cada subproyecto que preferentemente deberãn ser tambien padronizadas. Estas actividades confor me sean padronizadas podran aceptar una subdivis ion en subactividades. El último nível programado, de acuerdo a esta sistemática, se ria el Experimento. Tambien, de acuerdo a esta sistemãtica que se sugiere, de cierta manera los subproyectos y actividades serian pre-establecidas en nos mas normativos y posiblemente en los proprios Planes Indicativos y e1 termi ex perimento seria entonces el nivel a ser programado por el pesquisador. En cada uno de estos niveles se deberã explicitar objetivos y costos. Apesar de la dificuldad de precisar costos a nivel de experimentos se deberã trabajar con este objetivo para entonces alcanzar una cobertura compl~ ta del Proyecto en terminos de programa- presupuesto que debe ser de la respo~ sabilidad del Departamento de Planificacion con e1 apoyo de la Superintendencia de Administracion. (2) (1) Vease e1 Documento "Diretrizes Gerais para a Estruturação Regional da EMBRAPA"; pãg. 33 a 41. (2) Caso se opte por programas-presupuestos" el Departamento de Planificacin deberã organizarse para asumir la coordinacion de este tipo de programaciôn presupuestaria. La ejecucion presupuestaria podria ser articulada por el Departamento o Superintendencia de Administracion. VINCUL.ADA AO /.t. I NIS T ~ RI O DA AGRICUL TunA

21 17. A seguir se presenta a titulo de ejemp10 un esquema tentati va e incompleto con el objeto de dejar planteado e1 sistema en su organizacion general. PROYECTO /" OBJETIVOS SUBPROYECT'OS /"OBJETIVOS /" OBJETIVOS ACTIVIDADES (SUB-ACTIVIDADES) EXPERIMENTOS PRODUCTO VEGETAL 1. GENÉTICA (MEJORAMIE~ TO Y PESQU! SA VARIETAL) ETC 2. SUELO (FE~ TILIDAD DEL SUELO Y USO D E LA TIERRJiI 2.1 RESPUESTA NPK 2.2 NECESIDAD MICROELEMENTOS 2.3 RESPUESTA A CALCAREO 2.4 EFECTO RESIDUAL ETC DESCRIPCION Y PLANES DE LOS EXPERI MENTOS CUAN DO EXISTA 3. AGRICULTURA (TÉCNICAS DE CULTIVO) 3.1 EPOCAS DE PLANTIO 3.2 DISTANCIA Y DENSIDAD 3.3 PREPARACION SUELO 3.4 COCECHA ETC 4. ENTOMOLOGIA ETC 5. FITOPATOLOGIA ETC 6. ECONOMIA Y SO ClOLOGIA DE LA PRODUCClON (ETC9' ETC n. PRODUCCION SE MILLAS ETC VINCULADA AO MINISTERIO OA AGRICULTURA

22 18. Otros niveles de agregacion o desagregacion podran ser necesa rios y previstos para efectos de informatica, sin embargo, para efectos de pr~ gramacion los niveles de desdoblamiento de proyecto, conforme fue presentado, seria suficiente. Con relacion a niveles espaciales (A.l, A.2, A.3 Y A.4) los Proyectos podran ser de nivel Estadual y Unidades Basicas, Regional y Nacional. Un Proyecto de Pesquisa en Maiz, para un Estado, a nivel de su Region estara conformando parte o la totalidad del Proyecto de Pesquisa en Maiz para la Region que a su vez se agrega con el Proyecto Maiz de otras Regi~ nes para conformar el Proyecto Nacional de Maiz. Esta agregacion podra ser realizada a nivel nacional de dis tintas maneras cuantas sean las necesarias para la administracion de la progr~ mación. Programas son las unidades (figuras) de p1anificación que su~ gen de la agregación y conso1idación de diferentes proyectos en e1 nive1 Esta dual, Regional y Nacionà1. Tambien es posib1e y necesario constituirse Progr~ mas a nive1 Local. Estas agregaciones podrãn traer como consecuencia la necesi dad de revision y reformulacion de a1gun o algunos Proyectos con miras a un uso mas nacional y eficiente de los recursos disponib1es para la investigacion en el Pais. En los Programas, los Proyectos seron presentados en forma re sumida. Esto implicaria dejar de fuera los deta1les de operación mas 10ca1es, de los Proyectos, como son los "experimentos" las "sub actividades" y quizãs las proprias l1actividades". E1 nive1 mas bajo de la desagregación de los proyectos que d~ be aparecer en los Programas sera aquel que sea necesario para estudios de com patioi1ización, los demas son dispensables. Ademas no se debe olvidar que la VINCUL.AOA AO :.'.INI5TERIO OA AGRICUL. TURA.

23 19. tarea mas importante de consolidaciôn es realizada a nivel de la estructura de Proyectos: Proyecto Estadual --- Proyecto Regional --- Proyecto Nacional. Evaluaciôn es el procedimiento de la estructura de control responsable por el dimensionamento de alcances cuantitativos de las metas in ternas y externas de la Pesquisa. La evaluacíon, en sentido amplio, se procesa atraves de los procedimientos de seguimiento (acompanhamento) y de evaluaciôn propriamente di cha. La evaluaciôn propriamente dicha se responsabilizaria por terminar los grados de eficiencia y eficacia de la pesquisa, nuentras que de el seguimiento responderia a las necesidades de supervision de las actividades de la pesquisa. En otras palavras el seguimiento daria la dimension de cumplime~ to del programado a la vez que evaluacion examinaria la eficiencia deste plimento y las respuestas que este cumplimento viene alcanzando o puede cum alcan zar afuera, en la produccion agropecuaria de una zona, estado, region, pois o misrno o nivel de empresas. Conforme se sugiere estos dos procedimientos en realidad son de evaluaciôn en su sentido amplio y como tal deben estar intimamente interli gados e interdependientes. Sin embargo son operados por separado y en la may~ ria de las veces en ocasiones y frecuencias diferentes. La elaboracion de los contenidos y procedimientos de evalua cion (eon seguimiento) debera ser consistente eon los procedimientos y conteni dos de la estructura de programacion propriamente dicha. El seguimiento seria operado y usado mas intensamente a nivel regional y o estadual a su vez la evaluacion seria operada de manera mas cen tral. Sin embargo por seren procedimientos complementares de un mismo deben ser o estar registrados a todos los niveles y muy especialmente a proceso nivel central de la organizacion. Esta, entre las diversas razones, se justifica por VINCULADA AO MINIST~RIO DA AGRICUL. TURA

24 20. el hecho de que para el pleno cumplimento de la parte de evaluaciõn propri!!. mente dicha son necesarios diversos datos de la estructura de seguimiento. Seguimiento (acompanhamento) es el procedimiento de de la supervision y control de las acciones de la pesquisa, desde su suporte program!!. cion hasta la ejecucion y la propria evaluacion. Conforme ya se mencionõ en e1 punto anterior estos procedimientos son parte de1 proceso de eva1uaciõn qua evaluación en latu sensu. Basicamente este subsistema es conformado por una estructura informática elaborada en funciõn de las necesidades dei control y de la supe~ visiõn de la marcha de la Pesquisa; se llevará acaso através de informes escri tos y orales sobre las activ idades realizadas. El objeto de la informaciõn, en principio, seria e1 experime~ to y no las personas que 10 realizan. Es decir, no interesaría saber 10 que ha ce o hizo tal persona sino 10 que está siendo realizado en los diferentes perimentos que son los núcleos minimos programados de la ejecuciõn de un yecto. Obviamente que los responsab1es por tal ejecuciôn son personas, ex Pro tecni cos o investigadores, y como tal su desempeno se conocerá atraves de la marcha de sus ~royectos con la descripcion de tiempos de dedicacion, a la ejecucion - de los mismos. La estructura informática deberá coincidir, en cuanto a conte nido, con la estructura programatica; de esta manera, sera posible una confron taciôn rápida entre lo programado y lo ejecutado. Si e1 objeto de la informaciõn es el experimento de los infor mes podrá ser cada 3 o 6 meses. Algunas actividades especiales pueden necesi tar de informes mensais. V INCUL ADA AO M1N IST~RIO OA AGRICULTURA

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